Henrique Machado

Henrique Machado

1993

Aos 12 anos iniciou na música através do Projeto Social Tim Música nas Escolas. Pôde, através do instrumental Orff, participar de diversos processos de musicalização ao decorrer dos anos. No ano de 2008 iniciou os estudos na Clarineta e foi aluno destaque no aprendizado do Método O Passo, de Lucas Ciavatta. Posteriormente aprendeu a tocar Clarone e montou seu primeiro grupo instrumental, um trio… Aos 12 anos iniciou na música através do Projeto Social Tim Música nas Escolas. Pôde, através do instrumental Orff, participar de diversos processos de musicalização ao decorrer dos anos. No ano de 2008 iniciou os estudos na Clarineta e foi aluno destaque no aprendizado do Método O Passo, de Lucas Ciavatta. Posteriormente aprendeu a tocar Clarone e montou seu primeiro grupo instrumental, um trio de clarinetes sob o comando de Batista Júnior, para tocar composições e arranjos próprios.  Entre 2009 e 2011 fez parte da Orquestra Villa-Lobos e as Crianças, onde esteve sob a regência de Sérgio Barboza e teve aulas de clarinete ministradas pelo clarinetista e também maestro José Rua. Integrou também o Ponto de Cultura Tear, atuando como Clarinetista e Claronista. Neste mesmo período fez parte do grupo de choro criado no então Tim Música nas Escolas. Participou, como clarinetista e saxofonista em concertos, do Festival Vale do Café, sob o comando de José Freitas. Nesse período, por conta da influência popular, compôs diversos Choros e experimentos para piano Solo - visto que, apesar de não saber tocar, sempre teve uma paixão por este instrumento por conta de sua grandiosidade. No ano de 2012 participou, como multi instrumentista e transcritor de arranjos, do musical De Tudo se Faz Canção, dedicado e composto somente de músicas do Milton Nascimento. Ainda neste ano ficou classificado em 2º lugar no curso de Bacharelado em Composição Musical, da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro - UniRio.  Entre 2013 e 2014, os dois primeiros anos da graduação, escreveu um quarteto de flautas, dedicado e encomendado por Ana Paula Cruz (flautista e grande amiga). Após um conhecimento da peça pela também flautista Laura Rónai, a repercussão foi tão grande que a peça foi encaminhada para ser vendida por uma editora Alemã - Edition Kossack. Enquanto na regência da Orquestra AfroReggae, fundou também o Sexteto Vento Brasileiro, para o qual escreveu diversos arranjos e sua primeira Sinfonia, composta de 3 movimentos completos e um 4º inacabado. Nesses dois anos vieram também as primeiras peças para grande orquestra: um balé escrito para a Orquestra AfroReggae e uma obra, 4 Atmosferas, escrita para o concurso de composição da Funarte, na categoria Orquestra Sinfônica. Em 2015 e 2016 compôs "Idea From Korenchendler", um tema com variações para piano solo, e "Sonata de Gratidão", uma sonata clássica em três movimentos também para o mesmo instrumento. Escreveu também a peça "Joyce Alves", num carater romântico, dedicada à sua amada, e as "Variações Sobre o Minueto em Sol de Bach", tendo como base uma das peças trabalhadas nas aulas de Piano Complementar na academia. Posteriormente escreveu também "Brincando no Sol", mais tarde vindo a se chamar "Villalobiando" (obra vencedora do prêmio de melhor música instrumental pelo Festival da Rádio Mec), e "La Valse", ambas para o Quarteto Djalma. Escreveu também a obra "Domingo dalla Golpiles", para quarteto de clarones - obra que veio a ser tocada no XXVIII Panorama da Música Brasileira Atual. É também deste período o Grupo Interpositores e o ciclo de peças baseadas no livro "Cidades Invísiveis", de Ítalo Calvino. Atualemnte está concluindo a graduação, além de trabalhar como arranjador e regente da Orquestra AfroReggae, professor de clarinete particular e da escola de Música da Rocinha, no Rio de Janeiro. Leia mais Nascimento: Brasil Rio de Janeiro RJ, 26/5/1993