Cláudio Santoro

Cláudio Santoro

1919 - 1989

Nascido em Manaus, Estado do Amazonas (1919), desembarcou no Rio de Janeiro aos 13 anos de idade para aper­feiçoar-se, após distinguir-se como violinista precoce. Depois de estudos iniciais, aproxima-se de Koellreutter. Após uma experiência consistente com o dodecafonismo, busca uma estética mais lírica e afinada com os ideais de lutas de classe. Em 1947, vai estudar em Paris, com Nadia Boulange… Nascido em Manaus, Estado do Amazonas (1919), desembarcou no Rio de Janeiro aos 13 anos de idade para aper­feiçoar-se, após distinguir-se como violinista precoce. Depois de estudos iniciais, aproxima-se de Koellreutter. Após uma experiência consistente com o dodecafonismo, busca uma estética mais lírica e afinada com os ideais de lutas de classe. Em 1947, vai estudar em Paris, com Nadia Boulanger, e volta em 1950, trabalhando em programas infantis na Rádio Tupi. Os vínculos criados no Exterior sempre o levaram a reger e apresentar novas obras na União Soviética e em outros países europeus. Na década de 60, já atuando na recentemente inaugurada Universidade de Brasília, teve, por diversas circunstâncias, de transferir-se para o Exterior, fixando-se na Alemanha, onde mais tarde tornou-se professor de Regência e Composição na Universidade de Heidelberg, Mannheim. Faleceu em 1989. Santoro foi membro da Academia Brasileira de Música (cadeira nº 21) e de seu vasto catálogo, destacam-se a dodecafônica Música para cordas, os concertos, as 14 sinfonias, a Fantasia para violino e orquestra, Verborgenheit, o Ponteio e as Três abstrações, ambas para cordas, e a Brasiliana, para orquestra. Fonte: Academia Brasileira de Música (www.abmusica.org.br) Leia mais Nascimento: Brasil Manaus AM, 23/11/1919
Falecimento: Brasil Brasília DF, 27/3/1989

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