Exposição interativa

01/01/2017

MUSICA BRASILIS - EXPOSIÇÃO INTERATIVA pretende mostrar a diversidade das práticas musicais brasileiras, desde os cantos tupinambás, passando pela música de origem europeia e africana, chegando ao choro, samba, bossa nova e o funk. A música brasileira de todos os tempos e gêneros é mostrada de forma inovadora, através de REALIDADE AUMENTADA E INSTALAÇÕES INTERATIVAS.

 

A exposição se apoia nos conteúdos reunidos para o portal MUSICA BRASILIS, em constante atualização, apresentados em três segmentos:

  1. VÍDEO IMAGENS DA MÚSICA
  1. COLEÇÃO DE INSTRUMENTOS
  1. INSTALAÇÕES INTERATIVAS

 

 

 

 

 

A. VÍDEO IMAGENS DA MÚSICA

Através de REALIDADE AUMENTADA, percorre-se a iconografia dedicada às práticas musicais brasileiras, desde a mais antiga - um ritual tupinambá (Hans Staden) -, passando por Debret, Rugendas e chegando ao século XX com Cândido Portinari. A trilha sonora inclui o canto tupinambá anotado por Jean de Léry em 1557 – o registro mais antigo que se tem de música praticada no Brasil.

 

 

 

 

 

 

B. COLEÇÃO DE INSTRUMENTOS

Exemplos de instrumentos de origem indígena, europeia e africana serão exibidos em vitrines, com identificação do país de origem. Todos os instrumentos pertencem à coleção do Instituto Musica Brasilis.

Instrumentos indígenas:

  • maracás
  • flautas de osso e bambu
  • paus de chuva
  • tambor de mão
  • apitos (de madeira e osso)

B.2. Instrumentos de origem africana: kalimba, agogô, sabás, djembe, ganzá caxixis, balafon

B.3. Instrumentos de origem europeia: miniaturas de todos os instrumentos de orquestra, instalação com alguns dos instrumentos em tamanho real.

- interagir com a PRIMEIRA LINHA DO TEMPO DA MÚSICA BRASILEIRA, concebida por solicitação do comitê Rio2016, um dos mais importantes legados culturais dos jogos olímpicos (http://timelinemusicabrasileira.org.br).

- entender como funcionam as PARTITURAS de música, através do JOGO DE MIX;

- brincar de compor, através da MESA MUSICAL.

Com a curadoria de Rosana Lanzelotte, a exposição conta com um time de pesquisadores especializados em diversos aspectos de nossa história musical.

Depois de ter recebido 20.000 visitantes em 2016 no CCBB-BH, a exposição visitará unidades do SESI Rio de Janeiro e Minas Gerais em 2017.